INOVAÇÃO TEM QUE FAZER A DIFERENÇA!!

Por Osmar Azol Fernandes 28/06/2022 - 09:59 hs

Inovação significar gerar algo novo ou inovar, alterando velhos costumes criando ou renovando uma novidade. A palavra é derivada do termo latim “innovatio”, referindo a uma ideia, método ou objeto que é criado.

A inovação está presente no cotidiano de todos, aliada dos pequenos e médios empreendedores que procuram implementar uma alternativa para o mercado e, dessa maneira, consolidando seu negócio em uma trajetória auspiciosa para proporcionar a diferença.

A primeira regra de qualquer tecnologia utilizada nos negócios é que a automação aplicada a uma operação eficiente aumentará a eficiência. A segunda é que a automação aplicada a uma operação ineficiente aumentará a ineficiência” (Bill Gates).

O professor Clayton Christensen da Harvard Business Scholl, descreve inovação como um conceito amplo, com causas e efeitos diversos. Sendo desse modo, essencial para as startups estar a par desses contextos para aproveitar o melhor que a inovação pode proporcionar.

O aparecimento de novas tecnologias, retratam enormes possibilidades para várias empresas quando estas desejam tornar mais consistentes seus mecanismos negociais, dos quais são dependentes para movimentar suas transações internas e manter a competitividade, auxiliando a tomada de decisão e alavancando a produtividade.

Nascer sabendo é uma limitação porque obriga a apenas repetir e, nunca, a criar, inovar, refazer, modificar. Quanto mais se nasce pronto, mais refém do que já se sabe e, portanto, do passado; aprender sempre é o que mais impede que nos tornemos prisioneiros de situações que, por serem inéditas, não saberíamos enfrentar” (Mario Sergio Cortella).

A inovação é um tema transversal, que está presente em praticamente todas as áreas: agricultura, energia, saúde, educação, cidades e várias outras. A Política Nacional de Inovação, criada pelo Decreto 10.534/2020, busca orientar ações do governo federal para o aumento da produtividade e competitividade das empresas. Além disso, a política criou a Câmara de Inovação, um órgão interministerial para ampliar a coesão de programas de diferentes pastas ligados a startups e o empreendedorismo” (Eduardo Mariño).

Segundo Rafael Batista (2021), “frente tantas possibilidades de pesquisas e avanços nos vários ramos da ciência, o governo brasileiro criou em 1985 o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. Como órgão da administração direta, o ministério tem a função de planejar, coordenar, supervisionar e controlar as atividades da ciência e tecnologia, além da política de desenvolvimento de informática e automação, política nacional de biossegurança, política espacial, política nuclear e controle da exportação de bens e serviços sensíveis”.