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Sumaré,27/06/2026

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Vereadores protocolam a “CPI Prato Feito” para investigar contratos da merenda escolar firmados durante o governo Dalben em Sumaré

Fonte: Câmara Municipal de Sumaré
Vereadores protocolam a “CPI Prato Feito” para investigar contratos da merenda escolar firmados durante o governo Dalben em Sumaré

Foi protocolado nesta segunda-feira (22) o requerimento de criação da CPI Prato Feito, Comissão Parlamentar de Inquérito que terá como objetivo apurar possíveis irregularidades envolvendo a revogação de processo licitatório, as contratações emergenciais para fornecimento da merenda escolar e a execução dos respectivos contratos realizados durante a gestão do ex-prefeito Luiz Dalben no município de Sumaré.

A comissão pretende investigar fatos relacionados à contratação de empresas, aos valores envolvidos, à qualidade da alimentação oferecida aos alunos da rede municipal e a eventuais vínculos empresariais, patrimoniais ou negociais que possam ter influenciado os atos administrativos analisados.

Diante das informações já tornadas públicas, a CPI buscará esclarecer se houve eventual favorecimento indevido, fraude em contratos públicos, direcionamento de contratações ou pagamento de vantagens ilícitas relacionadas à merenda escolar durante o período investigado. Todas as hipóteses serão apuradas com rigor, responsabilidade e respeito ao devido processo legal.

A alimentação escolar envolve milhões de reais em recursos públicos e impacta diretamente milhares de crianças e famílias de Sumaré. Por isso, a população tem o direito de saber se cada centavo destinado à merenda escolar foi aplicado corretamente e se os recursos chegaram efetivamente ao prato dos alunos.

A CPI Prato Feito nasce com um compromisso simples: seguir os fatos, ouvir todos os envolvidos e garantir total transparência na apuração. Se nada houver de irregular, isso ficará comprovado. Mas, se forem identificadas ilegalidades ou desvios, os responsáveis deverão responder na forma da lei.

A comissão parlamentar terá independência para convocar testemunhas, requisitar documentos, analisar contratos e encaminhar suas conclusões aos órgãos competentes, caso sejam identificados indícios de irregularidades.

Quem não deve, não teme. Quem administra recursos públicos deve estar preparado para prestar contas à população.




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