Terremoto na Venezuela deixa ao menos 164 mortos e mobiliza operação de resgate em larga escala
Equipes de emergência seguem buscas por sobreviventes sob os escombros enquanto comunidade internacional oferece apoio humanitário ao país
REUTERS/Leonardo Fernandez Viloria A Venezuela enfrenta uma das maiores tragédias naturais de sua história recente após os fortes terremotos que atingiram o país na noite de quarta-feira (24). De acordo com o balanço mais recente divulgado pelas autoridades, ao menos 164 pessoas morreram e 971 ficaram feridas em consequência dos tremores, que provocaram o desabamento de edifícios, destruição de residências e danos à infraestrutura em diversas regiões.
As operações de busca e salvamento continuam intensamente nesta quinta-feira (25). Mais de 500 equipes de emergência foram mobilizadas para localizar possíveis sobreviventes presos sob os escombros. Bombeiros, militares, agentes da Defesa Civil e voluntários atuam em diferentes pontos afetados pela tragédia.
Vídeos compartilhados pelas equipes de resgate mostram momentos de emoção durante a retirada de pessoas com vida dos locais atingidos. Em algumas gravações, socorristas comemoram e são aplaudidos após conseguirem localizar sobreviventes, renovando a esperança em meio ao cenário de destruição.
As autoridades venezuelanas informaram que o número de vítimas pode aumentar à medida que novas áreas sejam alcançadas pelas equipes de busca. Em várias localidades, máquinas pesadas estão sendo utilizadas para remover toneladas de concreto e facilitar o acesso aos pontos mais críticos.
A tragédia também gerou uma onda de solidariedade internacional. Dezenas de chefes de Estado e de governo manifestaram apoio ao povo venezuelano e colocaram seus países à disposição para o envio de ajuda humanitária, equipamentos especializados e profissionais treinados em operações de resgate.
Além do atendimento às vítimas e da busca por desaparecidos, o governo trabalha na instalação de abrigos temporários para famílias que perderam suas casas e na distribuição de alimentos, água potável e medicamentos.
Enquanto as buscas continuam, o país permanece em estado de alerta, concentrando esforços para salvar vidas e prestar assistência às comunidades afetadas pelo desastre.


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