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Sumaré,27/02/2026

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Ex-vereador Enoque Leal Moura pede urgência para conclusão do Loteamento Hortolândia A1 da CDHU

Pedido ao prefeito Zezé Gomes busca etapa final da regularização fundiária após averbação do projeto em cartório

Fonte: Jornalismo Diferente
Ex-vereador Enoque Leal Moura pede urgência para conclusão do Loteamento Hortolândia A1 da CDHU

Em um passo decisivo para solucionar um problema que se arrasta há mais de uma década em Hortolândia, o ex-vereador e membro do PSD, Enoque Leal Moura, protocolou o Ofício nº 18/2025 junto ao prefeito José Nazareno Gomes (Zezé Gomes). No documento, datado de 8 de dezembro de 2025, Enoque solicita que o Executivo encaminhe à Câmara Municipal uma Lei Complementar, considerada essencial para a conclusão da regularização fundiária do Loteamento Hortolândia A1 da CDHU.

O pedido refere-se especificamente ao Projeto Hortolândia A1, que abrange os bairros Jardim Santiago, Jardim Aline, Vila Guedes e Jardim Conceição. O projeto urbanístico teve sua averbação registrada em 4 de setembro de 2024, no Cartório de Notas de Sumaré, restando agora a etapa legal no âmbito municipal para que a regularização seja concluída em definitivo.

Ao todo, o Hortolândia A1 contempla 1.207 lotes, incluindo áreas residenciais, comerciais e institucionais. Deste total, 868 famílias já aderiram e assinaram os contratos junto à CDHU, permanecendo 339 famílias com pendências administrativas. Um dado que demonstra o avanço do processo é que 23 famílias já quitaram integralmente seus lotes, aguardando agora apenas a finalização da regularização fundiária para plena segurança jurídica. O valor cobrado por lote no período de 2024/2025 foi de R$ 372,84, enquanto o valor médio do metro quadrado em Hortolândia gira em torno de R$ 860,00/m².

Segundo o ofício, a ausência da Lei Complementar impede que a regularização fundiária chegue ao seu final, impactando diretamente a vida dos moradores. Entre os principais problemas apontados estão dificuldades no recebimento de correspondências, divergências no cadastro imobiliário da Prefeitura, no CadÚnico e nos sistemas da SABESP e CPFL, além de entraves para emissão de IPTU, criação de novos CEPs e regularização oficial dos endereços junto aos Correios.

A proposta de Lei Complementar é necessária para formalizar ajustes urbanísticos, adequar a nomenclatura das vias e consolidar a integração dos bairros à malha urbana oficial do município.

Situação do Projeto Hortolândia A2 (Jardim Brasil)

No caso do Projeto Hortolândia A2 (Jardim Brasil, antigo Sítio São João), a situação já se encontra praticamente resolvida. O loteamento teve seu registro efetuado em 29 de setembro de 2017 e foi regularizado em 2018, com Lei Complementar aprovada e toda a base legal concluída. Atualmente, 268 famílias já aderiram e assinaram os contratos junto à CDHU, restando apenas 52 lotes pendentes, principalmente relacionados a áreas de comércio e igrejas. Assim como no A1, 23 famílias do A2 já quitaram integralmente seus lotes, aguardando apenas a finalização dos trâmites restantes para total regularização.

Diante do cenário, o ofício protocolado por Enoque Leal Moura tem caráter de apelo à ação imediata do Executivo Municipal, destacando que o envio da Lei Complementar à Câmara representa o passo final indispensável para resolver o impasse histórico do Projeto Hortolândia A1.

Ao final do documento, o ex-vereador também fez questão de reconhecer o trabalho técnico desenvolvido ao longo do processo.


“Parabenizo a Secretaria de Habitação do município pelo excelente trabalho realizado, que hoje permite avançarmos para a etapa final da regularização fundiária”, destacou Enoque.












A expectativa das famílias é que, com a regulamentação definitiva, seja garantida a segurança jurídica e a dignidade plena aos cidadãos de Hortolândia, especialmente considerando que o projeto já se encontra averbado em cartório.




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