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Sumaré,21/06/2026

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Jovem morre em salto sem corda em Limeira; depoimentos revelam falhas em procedimentos de segurança

Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, foi sepultada em Jandira após acidente durante prática de rope jump no interior de São Paulo

Fonte: G1 Campinas
Jovem morre em salto sem corda em Limeira; depoimentos revelam falhas em procedimentos de segurança Reprodução/TV Globo

A investigação sobre a morte da jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, durante uma atividade de salto de aventura no interior de São Paulo continua avançando. O acidente ocorreu na região da Ponte do Esqueleto, entre Limeira e Cordeirópolis, e trouxe à tona questionamentos sobre os protocolos de segurança adotados antes da realização do salto.


De acordo com informações divulgadas após os depoimentos dos três instrutores envolvidos na atividade, nenhum deles conseguiu apontar com precisão quem era o responsável pela instalação e pela conferência final do equipamento de segurança utilizado pela participante. As declarações passaram a ser consideradas peças importantes para a apuração do caso.


Segundo a polícia, a jovem realizou o salto sem estar conectada ao sistema que deveria garantir sua proteção. A suspeita é de que uma sequência de falhas operacionais tenha contribuído para que o procedimento fosse iniciado sem a checagem necessária.


Nos depoimentos, os profissionais afirmaram que as funções eram compartilhadas pela equipe e que, devido à rotina de trabalho, não conseguem recordar exatamente quem executou cada etapa naquele momento. A investigação busca determinar se houve negligência individual, falha coletiva ou ausência de protocolos claros para a realização da atividade.


O caso provocou forte comoção e reacendeu discussões sobre a fiscalização de esportes de aventura e a necessidade de regras rígidas para garantir a segurança dos participantes. Especialistas apontam que atividades desse tipo exigem múltiplas verificações antes da liberação do salto, justamente para evitar erros humanos.


Maria Eduarda era moradora de Jandira, na Região Metropolitana de São Paulo, onde foi velada e sepultada. Familiares e amigos acompanharam a despedida em meio à comoção e aos pedidos por esclarecimentos sobre as circunstâncias do acidente.


Enquanto o inquérito prossegue, as autoridades seguem analisando imagens, laudos técnicos e depoimentos para reconstruir os acontecimentos e identificar eventuais responsabilidades. O objetivo é esclarecer como uma falha considerada básica nos procedimentos de segurança acabou resultando em uma tragédia que chocou o país.




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